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Quanto ganha um(a) assistente virtual?

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2020 trouxe-nos a noção de que tudo muda com rapidez! O que hoje damos como certo, amanhã é colocado em causa… 

Esta volatilidade pode ter aspetos negativos, mas também criou uma energia muito positiva: percebemos que devemos começar hoje a seguir os nossos sonhos (e não adiar para um amanhã que não sabemos se ou como irá chegar).

No que diz respeito à Assistência Virtual em Portugal, o confinamento, o lay-off e as muitas iniciativas online fizeram com que houvesse um boom na procura de informação (e formação) nesta área – quer por parte de empreendedores e empresários, quer por parte de profissionais que querem iniciar a sua carreira como Assistentes Virtuais.

Na Academia de Assistentes Virtuais começamos a perceber que há algumas questões frequentes por parte de quem quer iniciar este caminho e neste artigo vamos esclarecer uma delas:

Quanto ganha um(a) Assistente Virtual em Portugal?

1 – Definição de Assistente Virtual

Um Assistente Virtual é um profissional independente, que oferece serviços de suporte a outros empreendedores e empresas, de forma remota.

É importante lembrar isto, pois ser profissional independente é sinónimo de ser responsável pelo número de clientes que temos e, assim, pelo volume de faturação mensal.

Um trabalhador independente não tem um contrato de trabalho com uma entidade, estabelece antes um contrato de prestação de serviços ou um acordo de parceria.

Há empresas que recrutam Assistentes Virtuais a tempo inteiro, mas são (ainda) uma minoria.

2 – Quanto se cobra por um trabalho de Assistência Virtual

Outro dado importante é que cada Assistente Virtual é único.

A oferta de serviços de um(a) Assistente Virtual é baseada na sua experiência profissional, formação e competências pessoais .

Alguns serviços são mais especializados do que outros e, por isso, os empreendedores também estão dispostos a pagar mais por eles.

3 – Formas de vender os serviços

A juntar aos fatores acima, há várias formas de apresentar os serviços ao mercado. Não há uma forma melhor ou pior de o fazer. Todas são válidas, podem é não se enquadrar todas com a forma como queres trabalhar.

Valor por hora

Na Assistência Virtual é possível determinares o teu valor por hora e usares esse valor nos teus serviços.

Na prática, contabilizas o tempo que demoras a desenvolver determinada tarefa ou tarefas e o teu cliente paga o valor correspondente.

Packs de horas

Seguindo a mesma lógica, podes determinar que só vendes Packs de horas. Imagina: 10 horas por mês, 25 horas por mês e por aí adiante.

A vantagem é que o empreendedor sabe à partida quanto vai pagar (e tu sabes quanto vais receber).

A desvantagem pode ser assegurar à partida que só vais precisar daquelas horas.

Nota: É normal que no início não saibas quantas horas demora determinada tarefa. Na verdade, mesmo ao fim de muito tempo vai haver tarefas que não tem sentido dizer que demoram determinado tempo, pois pode variar por vários fatores.

Neste caso, não uses essas “garantias” para que alguém te compre um pack de horas!

A vantagem do pack de horas é que, no início, muitos empreendedores têm um orçamento limitado e saberem que mesmo com esse valor conseguem começar a delegar tarefas é um ótimo ponto de partida!

A gestão dos packs de horas dava um outro artigo por si só, mas, resumindo o assunto, aqui o fundamental é manteres o contacto com o cliente e a informação sobre as horas utilizadas. Isso vai ajudá-lo a estabelecer prioridades e tirar um maior proveito desta parceria!

Avença Mensal

Muitos empreendedores estão habituados ao modelo de avença. Repara que mesmo com os contabilistas este é o modelo habitual!

Assim, este modelo traz a vantagem de não ser novo e aumenta a segurança do empreendedor.

Nestes casos, o empreendedor paga um valor mensal em troca de determinadas tarefas ou objectivos.

Para o modelo avença funcionar bem, tens de definir, de forma bem clara, o que está ou não está incluído.

Por projeto

Nem sempre os empreendedores têm necessidade de ter um(a) Assistente Virtual de forma recorrente. Mas há projetos em que é mesmo importante!

2020 fez também com que o número de cursos online e infoprodutos crescesse e, acredita, ter um(a) Assistente Virtual como parceiro é uma grande mais valia para quem tem ou quer ter estes produtos disponíveis!

Neste caso o que tens de definir é o que o empreendedor vai obter no final do projeto e qual o valor.

4 – Feitas as contas

Em resumo, não há um valor padrão ou expectável para um(a) Assistente Virtual!

Se queres iniciar o teu percurso ou carreira nesta área, é importante que estejas disponível para assumir a responsabilidade!

Responsabilidade de definir o teu Modelo de Negócio, de definir o teu valor e o teu posicionamento e responsabilidade por angariar clientes.

Estes pontos são fundamentais para que a Assistência Virtual seja lucrativa!

Uma má definição do teu valor e do teu posicionamento pode inviabilizar todo o processo (é por isso que no AVança damos tanta importância a estes pontos).

Por outro lado, se dominas as tarefas ou serviços que ofereces e estás disposto / disposta a arregaçar as mangas, nada temas! Os empreendedores portugueses têm-se mostrado cada vez mais disponíveis para contratar assistentes virtuais.

Disclaimer: Um(a) Assistente Virtual pode trabalhar com empreendedores portugueses, mas também estrangeiros; pode vender apenas estes serviços ou ir mais além e ter infoprodutos próprios ou consultoria, por exemplo. Tudo isto influencia quanto ganha um(a) assistente virtual. Na Academia de Assistentes Virtuais acreditamos que “o céu é o limite”, dentro daquilo que são os sonhos ou objetivos de cada um.