Inspira-te com… Rafaela Feliciano

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Assistência Virtual está a crescer em Portugal, e nós na Academia de Assistentes Virtuais não poderíamos estar mais felizes. Com o intuito de inspirar a nossa comunidade e quem tenciona enveredar por este caminho, começamos hoje a rubrica “Inspira-te com…”.

Estreamos com a Rafaela Feliciano, uma Assistente Virtual que admiramos, pela sua garra e energia! Conciliou o seu “emprego certo” com a Assistência Virtual e decidiu dedicar-se a 100% à Assistência Virtual quando se sentiu mais segura e confiante. Uma prova de que é possível fazer esta transição suave e ainda assim sentir realização pessoal! Inspira-te com ela!

Como surgiu o teu interesse na Assistência Virtual?

Já há muito tempo que não estava satisfeita com o trabalho que fazia. Procurava algo que se enquadrasse mais com a minha personalidade, os meus interesses e que me permitisse ter mais liberdade.


Foi uma busca longa, mas a Assistência Virtual acabou por surgir com uma sequência de coincidências (se é que acreditamos em coincidências 🙂 ). Entre as quais uma amiga em comum com a Maria Cardoso que nos apresentou de forma virtual e que me levou a fazer o curso com a Maria no final de 2018. 

Quais foram os primeiros passos que deste para te tornares AV?

O primeiro passo para mim foi fazer a formação. Antes de iniciar tive a oportunidade de falar várias vezes com a Maria que me tirou todas as dúvidas que surgiram, e mais algumas. 

Após a formação realizei dois estágios que me ajudaram a perceber muito o que eu mais gostava e quais as tarefas que queria continuar a realizar e quais as tarefas com as quais não me identificava. 

Como chegaste à definição do teu portfólio de serviços?

O meu portfólio surgiu muito por experiência própria, conforme os clientes iam pedindo tarefas e eu ia realizando as mesmas, fui fazendo uma “selecção natural” daquelas que me davam gozo e que eram intuitivas para mim e daquelas que não faziam sentido investir o meu tempo. 

Exemplo – sempre fui super organizada pessoalmente e a nível profissional também, nomeadamente na gestão de emails, por isso esta foi uma tarefa que intuitivamente surgiu e que flui de forma super natural. 

A gestão de redes sociais é algo com que não me identifico e ao realizar pela primeira vez para uma cliente percebi rapidamente que não o queria fazer. 

Qual é a forma que mais gostas de te relacionar com o teu público?

Trabalho maioritariamente online, com todos os meus clientes mas tenho todo o gosto em realizar reuniões presenciais quando das duas partes existe esse interesse. 

Faço questão, sempre que possível, de ir a apresentações, eventos, etc em que os meus clientes vão estar presentes. 

Trabalho muito com o Linkedin e criei o meu site recentemente. 

De resto funciono um pouco por recomendação, quem já conhece o meu trabalho recomenda e flui de forma natural a partir daí. 

Qual foi a maior dificuldade e como a ultrapassaste?

Arranjar os meu primeiros clientes de forma independente exigiu muito tempo online. 

Muito tempo de networking através de redes sociais. É tempo que não é pago, mas que compensa no futuro e que é essencial para sermos reconhecidos. 

Outra dificuldade que tive foi explicar às pessoas que gosto, que apesar de estar em casa, estou a trabalhar. E que por isso não posso andar de um lado para o outro “a passear”. Acabamos por ter responsabilidades e em função dos clientes podemos ter horários para cumprir, apesar de existir muita flexibilidade deve ser sempre bem combinado.  

O que mudou na tua vida depois de te tornares Assistente Virtual?

Tudo 🙂
A minha rotina alterou-se completamente. 

Deixei de desejar os fins-de-semana. De ficar à espera das férias. De temer as segundas-feiras. 

Um conselho que podes dar a quem está a começar

Quando hoje olho para trás sinto que tive três coisas a meu favor. 

Comecei a trabalhar como Assistente Virtual enquanto ainda tinha o meu trabalho das 8h às 17h. Foi difícil conciliar muitas vezes mas com este esforço veio uma segurança. Quando me despedi tinha já duas clientes de quem eu gostava muito e sentia a segurança de quem estava a fazer já um bom trabalho. 

A segunda coisa foi que tinha um Fundo de Emergência, um dinheiro de parte, que me ajudou a organizar enquanto não chegavam mais clientes. 

A terceira foi que criei uma parceria – não era trabalho pago, mas em troca do trabalho ganhei visibilidade e alguns clientes o que foi uma mais valia. 

Acompanha o trabalho da Rafaela nos links abaixo:

Site: https://rafaelafeliciano.com/index-pt.html 

Linkedin: www.linkedin.com/in/rafaela-feliciano