Inspira-te com… Mónica Alves

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Conheci a Mónica Alves, por coincidência, mais ou menos na mesma altura em que a Academia de Assistentes Virtuais dava os primeiros passos.

Ela entrou em contacto comigo através do LinkedIn, acabámos por agendar um telefonema e fiquei rendida desde então. Conversámos sobre o que nos trouxe à Assistência Virtual, da sua paixão por viagens e do seu blog, sobre sonhos e experiências.

Admiro a coragem que teve para ir atrás dos seus sonhos. Deixou um emprego estável e do qual gostava, para se dedicar aos seus projetos pessoais, conseguindo conciliá-los com mais tempo para a sua família.

Quando iniciámos esta rubrica, falei com ela pois quis que todos a conhecessem também. Esta semana apresento-vos a Mónica.

1. Como surgiu o teu interesse na Assistência Virtual?

A Assistência Virtual surgiu numa altura em que eu sentia que precisava de fazer uma mudança de carreira. 

Acreditava que teria de haver uma alternativa ao trabalho convencional que me permitisse ser mais criativa, gerir os meus horários e ser remunerada de acordo com o valor que agregasse ao projeto.

Além disso, como sou blogger de viagens imaginava um estilo de vida em que fosse possível viajar a tempo inteiro e trabalhar a partir de qualquer parte do mundo, incluindo a partir de minha casa.

Por isso o nomadismo digital e trabalho remoto faziam todo o sentido para mim e foi precisamente num fórum internacional de viagens que ouvi falar pela primeira vez em Assistentes Virtuais.

2. Quais foram os primeiros passos que deste para te tornares AV?

O primeiro passo foi despedir-me de um emprego de 14 anos numa grande empresa. 

Depois criei um perfil no Linkedin e comecei a procurar clientes online de acordo com aquilo que eu achava que eram as minhas competências. 

Em cada contacto procurava perceber quais eram as dores dos potenciais clientes e de que forma os podia ajudar.

Assim consegui os primeiros clientes mesmo antes de me desligar completamente do meu antigo empregador.

3. Como chegaste à definição do teu portfólio de serviços?

O meu portfólio de serviços surgiu de forma natural e espelha a minha experiência pessoal e profissional. Apostei 100% nas tarefas em que estou à vontade, no que gosto de fazer e no que são os meus pontos fortes. 

No entanto, estou constantemente a aprender e a experimentar novas coisas, por isso quando me falam em alguma tarefa nova não me assusto e mergulho de cabeça. 

Acredito na autoaprendizagem como forma de vida e considero que este é um dos segredos para se ser bem sucedido.

4. Qual é a forma que mais gostas de te relacionar com o teu público?

O relacionamento online é fundamental na Assistência Virtual e sendo eu uma pessoa naturalmente introvertida e reservada encontrei online um ambiente que me deixa confortável.

Prefiro a comunicação escrita por revestir um carácter assíncrono e que dá a liberdade para o destinatário responder quando lhe for oportuno.

No entanto os meus clientes têm o meu número de telemóvel que está ligado 24 horas por dia.

5. Qual foi a maior dificuldade e como a ultrapassaste?

A maior dificuldade foi mesmo perceber que estava na altura de mudar de vida e decidir tomar as rédeas da minha vida. 

Depois dessa decisão tomada sempre acreditei que conseguia levar este projeto em diante.

6. O que mudou na tua vida depois de te tornares Assistente Virtual?

A minha vida mudou completamente, para melhor! 

Num dia normal levo os meus filhos ao colégio e em vez de ir a correr apanhar o comboio para o centro da cidade do Porto regresso tranquilamente a casa onde o trabalho me espera.

Os meus dias são mais produtivos, sem interrupções indesejadas e a sensação de chegar ao final do dia com uma lista de afazeres riscada é incrível.

Também passo mais tempo com os meus filhos porque como trabalho com foco os meus dias parecem ter mais horas e posso ir buscá-los mais cedo ao colégio.

Além disso, o facto de poder preparar todos os dias o meu almoço e jantar melhorou bastante a minha saúde e qualidade de vida.

Tive de me disciplinar para definir um horário para o fim do dia de trabalho pois realmente gosto muito do que faço e perco a noção do tempo.

7. Um conselho que podes dar a quem está a começar

Se estás a começar lembra-te que o teu sucesso depende de ti e da tua capacidade de trabalho, mas nada acontece do dia para a noite. 

Organiza bem os teus dias para que te foques no que é importante e naquilo que vai facilitar a tua progressão.

Também é boa ideia teres uma reserva financeira que te permita viver confortavelmente durante alguns meses sem uma fonte de rendimento regular.

Segue a Mónica nestes links:

LinkedIn

Passaporte no Bolso