Inspira-te com… Joana Magalhães

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Esta semana apresentamos-vos a Joana e o seu percurso. A Joana foi aluna da primeira edição do nosso Workshop e tem vindo a construir o seu caminho na Assistência Virtual, com passos firmes.

Com o desejo de melhor conciliar a sua vida familiar com a vida profissional, a Joana Magalhães, chegou a esta atividade após algum tempo de pesquisas, investiu em formação e encontra-se neste momento a a desenvolver o seu percurso como Assistente Virtual.

Temos um grande carinho pela Joana, e aplaudimos os seus sucessos e o caminho que a vemos fazer.

1. Como surgiu o teu interesse na Assistência Virtual?

O meu interesse pela Assistência Virtual surgiu, numa fase inicial, quase por necessidade de melhor conciliar as minhas vidas profissional e pessoal. Na altura, após ter sido mãe há pouco tempo, concluí que as minhas prioridades se haviam alterado. Aquele ser pequenino e indefeso iria necessitar muito de mim, da minha presença e atenção como ser humano, mãe e mulher.

Deste modo, ter o privilégio de poder estar com o meu bebé quando ele precisa de mim, e por outro lado, poder exercer a minha atividade profissional nos horários que defini para tal, com todo o compromisso, seriedade e responsabilidade que sempre lhe dediquei, traduz-se num caminho de liberdade que a Assistência Virtual me tem ajudado a trilhar.

Este trabalho remoto permite-me também maior flexibilidade e disponibilidade para mim e para os meus clientes, sendo por isso possível trabalhar eficientemente a qualquer hora e em qualquer lugar.

2. Quais foram os primeiros passos que deste para te tornares AV?

A formação é sempre um bom primeiro passo. Saber o que é a Assistência Virtual, como posso aplicá-la na prática e qual o Valor que eu vou acrescentar a esta profissão são 3 questões importantes a responder. Por isso, estudei e aprendi mais e mais, investiguei, ouvi conselhos de pessoas que seguiram um trajeto semelhante e participei em workshops e cursos, nomeadamente no Workshop de Iniciação à Assistência Virtual da Academia de Assistentes Virtuais, que recomendo vivamente.

Este workshop permitiu-me ter uma noção bem clara do que queria fazer e abriu mais uma porta que me guiou em direção a este caminho. Obrigada mais uma vez Maria, Marta e Raquel pela dedicação e altruísmo.

3. Como chegaste à definição do teu portfólio de serviços?

O meu background profissional já trazia uma bagagem de experiência na área da assessoria executiva e gestão de projecto, em grandes empresas portuguesas e também estrangeiras, decorrente dos anos que vivi em Londres.

De entre as variadas funções exercidas durante a minha carreira, há aquelas que me motivam mais realizar, às quais dedico mais tempo e que fazem parte do rol de serviços principais que ofereço, porém, o que mais me motiva e muitas vezes define o que faço para cada cliente, é a relação de confiança, colaboração e compromisso que estabelecemos, a construção de uma parceria rumo ao sucesso, com resultados positivos para ambas as partes.

4. Qual é a forma que mais gostas de te relacionar com o teu público?

Sou fã do contacto pessoal e da comunicação directa. Sinto-me bem quando consigo falar diretamente com o meu público, sendo esta é a minha forma preferencial de me relacionar.

No entanto, existem muitas outras formas de contacto, nomeadamente através de networking, eventos online e redes sociais. As minhas páginas de Facebook e LinkedIn estão bastante ativas e é aí onde muitas vezes dou a conhecer o meu trabalho e, por consequência, me cruzo com empreendedores inovadores e motivados, com de vontade de obter mais e melhores resultados e que contam com o meu trabalho para o alcançar.

Além disso, tenho tido o privilégio de ver o meu trabalho reconhecido por aqueles com quem colaboro e por aqueles que depositam em mim credibilidade e, por isso, as boas recomendações e o passa-palavra ajudam a validar a confiança de novos clientes.

5. Qual foi a maior dificuldade e como a ultrapassaste?

Conquistar a confiança dos clientes numa primeira abordagem nem sempre é fácil, principalmente porque sinto que a Assistência Virtual ainda é uma profissão um pouco desconhecida, por vezes quase misteriosa, para muitas pessoas em Portugal. Alguns empreendedores precisam de ajuda, necessitam de tempo extra e melhores resultados para os seus negócios, contudo têm ainda alguma dificuldade em dar o primeiro passo, até mesmo para descobrir mais sobre como funciona um(a) assistente virtual. Nós existimos exatamente para solucionar problemas, numa ou várias tarefas/projectos, nos timings e durante o tempo que os clientes acharem necessários.

Felizmente as tendências estão a mudar a passos largos e, agora que mais pessoas têm trabalhado remotamente, há um maior entendimento sobre o nosso trabalho. Esta realidade leva a que vários empreendedores percebam e acreditem que pode ser mais eficaz, prático e rentável contratar um(a) assistente virtual que solucione directamente os seus problemas do que empregar um colaborador interno que poderá eventualmente acarretar mais custos fixos e maior investimento em formação.

A gestão de tempo a trabalhar por casa nem sempre é 100% controlável, mas, como em tudo na vida, o esforço, a vontade e a disciplina conseguem mover montanhas.

6. O que mudou na tua vida depois de te tornares Assistente Virtual?

Várias coisas mudaram e trouxeram resultados muito positivos.

A realização pessoal de saber que posso estar mais tempo com a minha família, que não necessito de passar horas no trânsito diariamente e que mantenho uma carreira profissional ativa e produtiva, é algo bastante compensador. Ajudar os outros faz parte do meu Propósito e fazê-lo da forma otimizada que a Assistência Virtual me permite é significativo para mim.

Para os meus clientes é também tranquilizador saber que estou disponível à distância de um clique, empenhada em contribuir para o seu sucesso e para a sua liberdade. Desta forma, reconhecem o meu trabalho e consideram-me um braço direito e um membro ativo da equipa, cuja única diferença é que trabalha remotamente. Estas verdadeiras parcerias deixam-me feliz e motivada.

7. Um conselho que podes dar a quem está a começar

O desenvolvimento pessoal é primordial para percebermos quem somos, para ​onde queremos ir e o que temos de valor para oferecer aos outros.

A formação e orientação com profissionais experientes da área são também um auxílio para traçarmos um caminho mais direto e nos ajudar a contornar alguns obstáculos que possam surgir. E tudo o resto virá por acréscimo. Acreditar é poder.

Segue a Joana nestes links:

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