Inspira-te com… a Bizy!

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A entrevista de hoje é algo diferente…. hoje trazemos uma marca comercial em vez de uma marca pessoal. Conheci a Bizy há meses, algures na internet, e comecei a segui-la no Instagram.

A Marisa Carlos é uma mulher cheia de energia e vontade de evoluir que está a avançar com passos largos no negócio, em conjunto com a sua parceira Luciana.

Por isso, pareceu-me interessante entrevistás-la, para conhecer melhor o percurso da Bizy e inspirar outros AV a fazerem coisas diferentes. Afinal elas já conheciam o trabalho da Academia de Assistentes Virtuais e prontificaram-se a responder às nossas perguntas. 

Sigam estas meninas… vão chegar longe!

Como surgiu o teu interesse na Assistência Virtual?

Ser AV era algo que me estava na cabeça desde o final de 2018… Sempre vi esta profissão ser muito bem-sucedida nos Estados Unidos e gostava muito da liberdade que proporcionava a nível de serviços. Ser AV é quase como podermos ser o que quisermos (profissionalmente) e isso agradava-me bastante!

Depois, como gosto muito de viajar e ser livre de horários, sabia que era algo que me ia permitir viver livremente – mas de forma confortável a nível financeiro – e trabalhar de onde melhor entendesse.

Então, no final de 2019, e depois de me chamarem louca, lancei-me neste projeto com a minha atual noiva, Luciana Carvalho, e (como costumo dizer), fomos com tudo para fundar a Bizy – Gestão de Tempo.

 

Quais foram os primeiros passos que deste para te tornares AV?

Durante aquele ano em que o projeto esteve “dormente” pesquisei mesmo muito. Vi como faziam as coisas lá fora, quais os mercados mais badalados, e tentei equacionar de que forma funcionaria aqui em Portugal. E, claro, como iria eu aplicar isto aos conhecimentos que tinha e ao tipo de trabalho que queria fazer.

Nessa altura, a Bizy ainda era só eu, sem a Luciana, por isso foi uma pesquisa muito a solo.

A partir do momento em que ela começou comigo, uma das primeiras coisas que definimos foi o tipo de serviços que podíamos prestar tendo em conta as nossas mais-valias: ela gosta muito de administração e design (eu sei, parece estranho 😉 ) e eu adoro comunicar e ensinar as pessoas a comunicar de forma simples, mas eficaz, para venderem os seus serviços e produtos.

O nosso objetivo é, desde o início, ajudar jovens empreendedores (sejam freelancers ou donos de pequenas empresas) e fazer crescer os seus negócios.

 

Como chegaste à definição do teu portfólio de serviços?

Como disse acima, foi uma junção das coisas que sabíamos fazer e que gostávamos de fazer. No entanto, posso já adiantar que fomos daquelas (muitas) pessoas que começaram com um leque grande de serviços e agora já reduzimos bastante a nossa oferta. Aprendemos a focar-nos no que era mais rentável e a especializarmo-nos em determinadas áreas e nichos.

Então hoje focamo-nos essencialmente na Comunicação e em ajudar empreendedores e pequenos negócios a comunicar eficazmente de forma a que consigam, não só construir a sua marca e a sua posição no mundo profissional, mas também para que a consolidem.

Nós definimos a Bizy desta forma: Ajudamos empreendedores sem tempo e sem conhecimentos em Marketing Digital a comunicar de forma simples e descomplicada. Para tal, trabalhamos: estratégia de conteúdo (criação de artigos e copy para anúncios e emails), gestão de redes sociais (publicação, análise e anúncios), fazemos lançamento de produtos digitais (como cursos, infoprodutos e eventos), e prestamos alguns serviços administrativos a esses empreendedores e pequenos negócios, como a criação e gestão de base de dados, tradução e a organização de viagens (este último por causa do meu background como agente de viagens e viajante).


Qual é a forma que mais gostas de te relacionar com o teu público?

Neste momento, e depois das sugestões do meu mentor, o maior foco da comunicação está no Instagram, através de Stories. É aí que dedico grande parte do meu tempo diário e onde passo conteúdo. Gosto muito da interação com as pessoas, das respostas e mensagens que me enviam, e sinto que há uma ligação mais familiar e direta, exatamente como gosto.

Adoro pessoas, adoro conhecer as suas histórias, e qualquer forma de comunicação que me permita isso tem em mim uma fã.

No entanto, se estivermos a falar de conteúdo educativo, esse está muito focado no nosso blog. Gosto muito de escrever e isso reflete-se em artigos (por vezes algo longos, confesso) muito ricos em conteúdo.


Qual foi a maior dificuldade e como a ultrapassaste?

Não lhe chamo uma dificuldade, por assim dizer, porque já tinha passado por este sentimento. Este já é o meu terceiro projeto por conta própria, por isso sabia perfeitamente que no início ia sentir algum receio e pensar “será que dei o passo certo?”

Mas sinto que sou uma sortuda em ver sempre as coisas pela perspetiva do copo meio cheio e o meu otimismo não me deixa ir abaixo!

A Luciana, que não tem características de empreendedora, passou mais dificuldades na parte da comunicação e gestão de clientes. Foi das primeiras vezes em que se viu numa posição em que tinha que tomar decisões e, no início, foi um pouco mais difícil de gerir.


Que caraterísticas são precisas para ser AV?

É preciso, antes de tudo o resto, ter-se muita disciplina.

Com a disciplina vem um monte de outros atributos: organização, pontualidade, sentido de responsabilidade, etc.

A disciplina é importante porque praticamente todas as AV’s começam a trabalhar a partir de casa. E misturam o tempo de trabalho, com aquilo que têm para fazer em casa, ou potencialmente com lazer e algo que “depois fazem.”

E isto retira muita credibilidade ao negócio e vai também fazer com que a AV se torne menos sucedida e tenha mais vontade de desistir.

Esta é, para mim, a característica mais importante.

A segunda é saber comunicar e não ter medo de o fazer. Não é preciso que seja por telefone, pode ser por email, mensagens, redes sociais, o que seja. Mas tem de saber comunicar com as pessoas na medida em que compreende quando deve apresentar os seus serviços, quando deve contactar alguém em vez de esperar por ser contactada, quando deve pôr travão em alguma situação (passo a expressão), etc.

Alguém que sabe comunicar é alguém que já tem meio cliente fechado. E, no final do dia (e do mês), é isto que importa seja qual for o ramo de trabalho: ter clientes.


Um conselho que podes dar a quem está a começar

Se me permitirem, dou dois.

O primeiro é do que mais falo no Instagram, que é estabelecer objetivos. É impossível ser-se bem-sucedido sem se saber onde se quer chegar. Quer esse objetivo seja comprar um Mercedes, poupar para ir às Maldivas, ou ter um negócio bem-sucedido em 12 meses, é de extrema importância estabelecer objetivos.

O segundo conselho é não ouvir o que a maioria das pessoas diz. Especialmente quando é a primeira vez que trabalham por conta própria, muita gente pode tentar deitar-te abaixo, dizer-te que vai ser muito difícil e que não tens perfil. E tu tens que saber escutar, agradecer o feedback, e continuar a trabalhar com os olhos no objetivo. Porque quem está a trabalhar – quem está no campo de batalha e a lutar pelos sonhos – és tu e só tu. Portanto, só tu decides quando é hora de avançar e quando é hora de desistir.

Os nossos links:

Website: https://bizy.pt

Facebook: https://facebook.com/bizy.pt

Instagram: https://instagram.com/bizy.pt