5 Dicas para seres feliz como Assistente Virtual

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Em 2017, 9 meses depois de iniciar o meu projeto de Assistente Virtual, tomei a decisão que ia mudar a minha vida: decidi contratar uma Coach. 

Estava na reta final da gravidez, estava a treinar Assistentes Virtuais para assegurarem as tarefas com os meus clientes enquanto eu estivesse a usufruir da Licença de Maternidade e todos os desafios que liderar, motivar e criar trazem conduziram-me até esta ação. 

Hoje posso assegurar que é graças à minha Cristina que me continuo a sentir feliz. Não porque ela tenha feito algo por mim (entenda-se, tenha assumido alguma responsabilidade que é minha), mas porque sempre me trouxe os questionamentos que eu precisava. 

É aqui que entra a felicidade. 

Um dos meus desejos quando iniciei o meu projeto era fazer aquilo que me traz felicidade. Além de ter liberdade de tempo, de espaço e até mesmo financeira. 

Ao longo do percurso aprendi várias coisas, que quero hoje partilhar contigo. Sobre felicidade e sobre sustentabilidade do negócio.

  1. Assume a responsabilidade.

Como Assistente Virtual, e se o que te trouxe até aqui foi algum motivo semelhante aos meus, tu podes ter o teu lifestyle business, ou seja, um negócio ajustado ao teu estilo de vida. Ora, és tu que tens de definir qual a vida que queres viver! 

  1. Vai sempre existir concorrência 

A Assistência Virtual é uma profissão em descoberta em Portugal. Isto é, ainda há muito desconhecimento sobre ela, quer por parte de empreendedores e empresários, quer por parte de profissionais. Contudo, há diversos Assistentes Virtuais, seja em Portugal, como no Mundo. Não vais ter “o mercado por tua conta”, vais ter antes que conquistar o teu próprio mercado. 

Não quero com isto dizer, que ter concorrência é mau. Não é. Ter concorrência significa apenas que não és a única pessoa a oferecer esses serviços. 

Mas…

És a única pessoa que tem as tuas características, a tua forma de trabalhar, a tua forma de comunicar e os teus dons e talentos. O teu trabalho é passar a tua mensagem e a tua voz para o teu mercado. 

Alerta: Não quer também isto dizer que só vais encontrar colegas de profissão que ajam de forma ética ou moral. Como em todas as áreas, é possível que encontres profissionais menos corretos. Não te deixes desmotivar! Foca no melhor que tens e no melhor desta profissão e continua o teu percurso! 

  1. Inspira-te com referências

Uma forma de te manteres no caminho é teres algum modelo. Não alguém com quem te comparares, mas alguém com quem te inspires. 

O mercado de Assistência Virtual é especialmente forte nos Estados Unidos da América, onde nasceu esta profissão. Já pensaste em fazer uma pesquisa de AVs norte americanas? O que estão eles a fazer que te inspire e até que te motive a avançar com o teu próprio negócio? 

  1. Lembra-te que não és o teu negócio!

Sobretudo se tens uma marca pessoal, por vezes pode ser menos fácil lembrares-te que és mais (muito mais!) do que Assistente Virtual. 

Partilho contigo que ainda há momentos em que eu passo por essa situação! 

A verdade é que utilizando os nossos dons e talentos no nosso negócio, definindo objetivos e responsabilizando-nos pelos resultados que obtemos, às vezes é menos fácil lembrar-nos que há tanto mais além da profissão e que um dia mau é só um dia mau. 

Pois é, nem sempre vais conseguir alcançar os teus objetivos. O que é normal.. O caminho não é reto e antes cheio de desafios que te permitem estar numa expansão constante das tuas competências e da tua zona de conforto. 

Se algo não está bem, desliga tudo. Coloca-te offline, cuida de ti, faz algo de que gostes muito e, garanto-te, vais regressar com energias recarregadas! 

  1. Aposta no longo prazo

Aliás, deixa-me antes perguntar-te: iniciaste o teu negócio de AV como um “extra” ou para “desenrascar” ou tens um sentido de propósito e estás comprometido com a criação de um negócio sustentável e duradouro? 

O longo prazo é o que te permite a sustentabilidade! 

Não é tão fácil seguir modas? 

De repente há um boom de empreendedores que querem criar crowdfundings, infoprodutos ou simplesmente que procuram alguém para gerir redes sociais. Podes ver isto como uma oportunidade e correr a adquirir competências para poderes fazer aqui algum dinheiro, ou pensar no que te trouxe à Assistência Virtual, nos teus objetivos a médio e longo prazo, no teu grande sonho e aí vais tomar uma decisão (que pode ainda assim ser a de agarrar estas oportunidades) com maior nível de consciência e responsabilidade. 

Então, isto não é um pedido para não estares atento às oportunidades e antes um convite a que reflitas sobre as grandes questões ou as grandes estruturas, antes de optares por seguir um caminho que, no curto prazo te traz dinheiro, mas também te traz infelicidade, ou pelo menos, um fosso, entre aquilo que te faz vibrar e aquilo que te estás a obrigar a fazer. 

Se queres ser feliz como Assistente Virtual só há um caminho: observa-te, escuta-te e decide com o coração.